quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Um post sobre o que é o amor

Geminiana de carteirinha, estou eu com meus milhões de pensamentos antes de dormir, puf, minha mente raciocina sobre essa coisa que move toda a nossa vida em prol é claro e naturalmente, de dar continuidade a espécie humana. Amor é na verdade um "floreamento" sobre essa história de encontrar um bom parceiro(a) que possa dar bons frutos, uma nova  geração, provida cada vez mais de tecnologia e inteligência e garantindo a constante evolução do ser humano. Sim, essa é a versão do meu gênio totalmente racional e coração de pedra, que vez ou outra representa 80% de todo geminiano, mas ainda bem,  os outros 20% provavelmente graças ao ascendente, reconhece a importância dos sentimentos.
O amor em sua construção, pois sim, o amor é um edifício de inúmeras coisas, requer cuidado, tempo , um bom engenheiro e um bom mestre de obras. Olha ai, novamente uso  palavras racionais demais para explicar quão belo é esse "estar". O amor começa, quando o egoísmo deixa de existir, quando trocamos o "Eu vou", "Eu quero" e o "Eu estou", pela ação de fazer algo em benefício do outro. O que eu quero dizer é, quando o bem estar do outro é mais importante do que o nosso egocentrismo, o amor já é árvore enraizada. E isso só se deu, porque no caminho  houve respeito, admiração e parceria. Pessoas diferentes se completam, tal qual pessoas iguais sonham juntas, e tudo isso  também se chama amor.
Esse "fogo que arde sem se ver", nasce e renasce constamente, e mortal, "posto que é chama", dura o tempo necessário para ser in-dis-pen-sá-vel.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Aos 25 anos

Aos 25 anos você vai ver seus amigos se casando, tendo filhos, se tornando ótimos profissionais, outros vão estar ganhando a vida e conhecendo novas culturas em outros países e outros ainda vão estar perdidos procurando seu lugar ao sol. Ai você vai olhar pra si, independentemente de qual dessas situações você se enquadre, e vai pensar, como é que o tempo passou tão rápido?!
Aos 25 anos você vai ter experimentado alguma dessas doenças de gente adulta, dor nas costas, gastrite, enxaqueca, visão embaçada. Vai ter compreendido que alguns amores são finitos e que algumas amizades são mais fortes e verdadeiras que outras. Vai perceber que seus pais não são mais tão jovens (e nem você). Vai pesquisar se tem lugar pra sentar na balada, ou simplesmente vai preferir ficar em casa comendo uma pizza. Certo. 100 anos é um tempo ideal para se viver com saúde, aproveitando tudo que o mundo tem para nos proporcionar, pensando nisso, 1/4 de vida já se foi.
Hoje eu me lembro dos tempos de escola, quem eramos, quem queriamos ser, e olha só onde todos estão hoje. Pode parecer clichê, mas o amanhã chega tão  rápido, que nem nos damos conta.. 
Aos 25 anos você vai querer voltar no tempo e mudar muitas coisas idiotas que fez quando era adolescente, vai perceber que você passa o mês inteiro recebendo contas pra pagar, vai ter umas crises de ansiedade, vai desejar férias como desejava um brinquedo de aniversário, e lembrando da infância, vai agradecer pelo sacrificio dos seus pais quando te deram o melhor tempo de todos. 
Sofia amazuro dizia que a idade adulta é onde os sonhos vem para morrer, mas na verdade, é onde os sonhos tomam corpo e te colocam á prova de seu merecimento. Ser adulto é muitas vezes exaustivo, o destino tende a te derrubar para te mostrar o quanto vocé é forte para se reerguer. 

O tempo tem asas

Por um longo tempo andei querendo conquistar muitas coisas, aproveitei alguns bons presentes, mas com certeza, vivi mais de passados e futuros, mas não me culpem, afinal, o presente é sempre tão demorado que é difícil ter paciência.
Se eu mudaria algo que fiz na minha vida? É claro que mudaria, tolo é quem diz que faria tudo exatamente igual, tenho certeza que você acha que poderia ter feito muito melhor, muitas coisas. Talvez, se você pudesse, não teria deixado o leite derramar, não teria pingado a última gota de um copo cheio de água, talvez você cuidaria menos do seu jardim e correria atrás de mais borboletas, talvez rompesse mais cedo falsas amizades e dedicaria mais abraços á quem sempre esteve ao seu lado.
A alguns anos atrás, uma senhora pegou minha mão, olhou em meus olhos e me disse " quando você tiver a minha idade, não haverá mais nada que possa fazer, por isso minha jovem, faça valer a pena". Quem disse que quando somos jovens, levamos a sério esse tipo de aviso? A gente não tem tempo para isso, a gente tem festas para ir, coisas para comprar, livros para estudar, empregos para trabalhar,a gente tem que ter sucesso...
Tempo para lapidar? Jamais. Tempo para a manutenção de amizades? Nunquinha. Tempo? Que tempo? Quando a gente é jovem o tempo é infinito.
Hoje me dei conta que, de 17 de abril de 2009 a 17 de novembro de 2014 já se passaram praticamente  5 anos, comecei a escrever 2 meses antes de completar 17 anos e agora lendo tudo que já escrevi e me lembrando por quantas coisas já passei e por quais coisas tive que lutar, percebo o quanto sou incapaz de dominar o tempo.
O tempo realmente voa, rápido e para longe de nós.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Como ser o único de sua espécie.

Esses dias eu estava assistindo um  filme em que o ator, em uma de suas cenas, diz ao outro personagem que ele é especial, único de sua espécie. Bem, isso me chamou atenção! Afinal, como ser único de sua espécie? Como ser único em uma sociedade com milhões de profissionais formados pelas mesmas faculdades, criados com pré escolhas julgadas melhores á nós, antes mesmo de nascermos. Da pra imaginar a dificuldade em conseguir ser único em um formigueiro de ideias estabelecidas pelos que, ao longo de muitos anos, acreditaram em um sociedade de pessoas substituíveis?
O que te faz diferente dos outros? Quanta saudade você já deixou? Em quantas histórias você conseguiu deixar sua marca? Será que depois da morte, suas idéias, ideais e manias vão permanecer vivos?
Steve Jobs dizia que as pessoas loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo, são as que de fato, mudam. Steve conseguiu, foi alguém único de sua espécie. 
Quando você começa a pensar nisso, começa a pensar também nas pessoas que passaram pela sua vida, quem você conheceu pelo caminho, quem conseguiu despertar em você, coisas que outras pessoas até hoje não despertaram, e você entende que por mais maravilhosas que sejam as pessoas que você ainda vai conhecer, alguns serão sempre insubstituíveis.
No fim, acho que o que mais importa, é o jeito como você faz as coisas, como cativa, como inspira, como se torna especial e eterno para alguém. 





segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Se me perguntarem por onde andei, direi que estava sendo feliz...

                                                              Edifício Phanton, setembro de 2016

Se me perguntarem por onde andei, direi que estava sendo feliz... 
Um dia ouvi um chef de cozinha dizer que nós vivemos preenchendo vazios, que estamos sempre buscando algo que substitua uma perda ou que nos complete, e bem...ele estava coberto de razão. Eu vim buscando independência, aprimoramento profissional, e acabei preenchendo vazios que eu mesma desconhecia, aqui, nesse lugarzinho de bairro com nome de pobre e nome de rico, com vista de tirar o fôlego para um certo parque que abriga jacarés e capivaras e de uma vizinhança literalmente animada pra cachorro, gatos e até bichinhos mais peculiares como cobras... aprendi que arriscar muitas vezes é conquistar algo melhor. 
Nesse último mês de madrugadas mal dormidas, eu pude refletir sobre tudo que vivi aqui e por um instante ou outro, eu quis que aqui fosse pra sempre o meu lar. Mas acomodação e rotina nunca foram meu forte, talvez isso seja coisa do signo, ou do nome, ou do destino hahaha, por isso, mais uma vez, coloco na mochila apenas o que é leve e vou em busca de preencher outros vazios. 
 A falta que vou sentir de tudo isso não se mede, das noites e das madrugadas no Barigui, dos treinos de roller, dos lugares, da comida, do vinho regado de ótimas conversas nos fins de semana... mas principalmente, ainda não sei como vou controlar a saudade dos amigos que fiz. É tão engraçado como pode existir gente que chega de repente e já se eterniza do lado esquerdo do peito, gente que te faz dar risada, que te coloca pra cima, que te da a mão, o braço e quem sabe, se um dia você precisar, um rim hihihi. 
 Os porteiros por aqui vivem me perguntando, qual o segredo de SEMPRE estar sorrindo... bem, é que apesar dos pesares, é tanto bem que me fazem, que de alguma forma, acho que isso transborda. 
 É chegada a hora de mais uma despedida, e como Cássia diria " ...quem sabe eu volte cedo, ou não volte mais". 
 Por fim, digo que estou partindo, quando na verdade, parte de mim já ficou. 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O último dia de um guarda-chuva cor de laranja

Acordei mais cedo que o normal, aqui em Curitiba acredito que sou o melhor amigo do homem, sempre dedicado, sempre à mão, sempre preparado para salvar alguém de um banho fora de hora. Nesta quinta-feira fui parar em outro bairro da capital, e em meio aos grandes prédios e a correria do horário de pico, lá estava o lugar mais bonito da cidade. Escolhi um banco para me acomodar, tenho certeza que meu laranja, cor de laranja, estava deixando o lugar ainda mais alegre.
Em meio a um chuvisco e um sol, não pude deixar de reparar nas pessoas que estavam por lá, uma menina movimentando os dedos compulsivamente na tela do celular -pobre garota-, uma mãe segurando a filha para que a mesma não corresse pela chuva -algumas felicidades poderiam ser mais encorajadas -, e olha, olha agora... o mendigo vindo, caminhado lentamente de um lado, e do outro, o bancário, correndo, ofegante, atrasado para o trabalho. O mendigo senta no banco, apoia o cotovelo no encosto e fecha os olhos, se o seu pensamento está acelerado, eu não sei, mas seu corpo transmite apenas paz. Descendo os olhos um pouco mais, da para ver a feirinha, que linda, toda decorada de ramalhetes de flores do campo e suas cestinhas de morangos, até blueberry eu pude achar - certamente, se guarda-chuva tivesse boca, a primeira fruta que eu comeria, seria uma blueberry.
Ah, como eu poderia imaginar, viver um momento tão belo assim.
Hora de ir.
Vamos para o ponto esperar o ônibus atrasado. 20 minutos. Chegou! O ônibus chegou! Corrigindo: O ônibus quebrado chegou! Agora, em meio a um trovão e um vento, espero o ônibus novo chegar, mas alegrem-se por mim, estava em ótima companhia, uma senhora fazendo piadinhas irônicas sobre o acontecido, o mocinho otimista, o senhor reclamão e duas gurias observadoras. Uma verdadeira aventura de entra e sai do ônibus, desce e sobe escada, pula a poça daqui, pula a enchente dali- confesso que deixei muitas gotas escaparem da minha proteção, mas a energia das pessoas a minha volta era tão contagiante, que todo mundo acabou rindo do "trágico".
Bom, mal sabia eu, aqueles foram meus últimos e mais felizes, momentos de vida. Plec... meu gancho se partiu. O que é de um guarda-chuva sem o seu gancho? E as últimas gotas daquela chuva se escorreram. Adeus.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Não pare, nunca.

Não pare, nunca.
Pode ser difícil, mas o que eu te peço é para nunca parar.
Nunca pare de acreditar que existem pessoas que vão lutar por um mundo melhor;
Nunca pare de seguir em frente, porque o caminho parece impossível;
Nunca pare de acreditar em dias melhores;
Nunca pare de seguir seu coração;
Nunca pare, porque alguém lhe disse que existem metas inalcançáveis;
Nunca pare de tentar mudar em você mesmo, aquilo que não te faz bem;
Nunca pare de agradecer, desejar e dizer bom dia;
Nunca pare de ajudar aqueles que te pedem ajuda;
Nunca pare de sorrir, abraçar e demonstrar ás pessoas o quanto elas são importantes pra você;
Nunca pare de admirar quem nunca parou;
Nunca... queira parar.